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AUM
(pronuncia-se OM) é o símbolo universal do Yoga e do Hinduísmo. É o mais poderoso de todos os mantras e representa o verbo divino em forma audível. Representa o Fogo solar, a Unidade, a Imensidão, o Cosmos, pois contem a essência de todos os sons que podem ser pronunciados, assim como o Passado, o Presente e o Futuro. É a semente de todos os Mantras e de toda a Consciência.

AUM também é a arte colorida da guapuruvu.com, arte brasileira de vanguarda e 100% original! Vibre conosco para fazer um mundo melhor!

 

Confira as artes abaixo e conheça a história de cada uma.

 

O Coqueirão - The big fella: Esta arte é uma homenagem ao coqueiro mais “famoso” do Rio de Janeiro. Retratei-o como se fosse uma formiga, observando a sua beleza e grandiosidade desde a raiz, além de captar toda a energia que rola no lugar. “Fella” (ou fellow) é uma gíria que significa “semelhante” em inglês (ou irmão, cara..algo assim).

 

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When the dreads meet the sea – O encontro: Uma vez, desenhando em Ipanema, chamei a atenção de uma adolescente, que me perguntou de onde surgiam as idéias. Expliquei que qualquer coisa podia servir de inspiração, como por exemplo, o brinco de Joaninha que ela usava naquele momento. Como já dizia Vinícius de Moraes, “a vida é a arte do encontro” (e desencontros) e foi mais ou menos isso que eu quis representar.

  

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The Forest: Esta arte começou com um babuíno nervoso, que aos poucos foi dando lugar a uma floresta, e logo depois, veio a fadinha, que eu nunca vi, mas não imagino outro lugar mais propício para encontrar uma.

 

 

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Gopis: As mulheres, como as árvores, têm um papel super importante neste planeta e não há nada melhor do que estar cercado pela beleza e energia delas. As minhas gopis são fadinhas, diferentes daquelas que seguem Krishna, mas também sou fã da idéia de viver cercado por elas!

 

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O guapuruvu: Por mais que esta imagem nos lembre de Gustav Klimt, minha inspiração veio da música “ I´m a tree”, da banda americana Guided By Voices. Baseado no título, criei um personagem que se despia de sua “casca humana” para mostrar seu verdadeiro interior: um guapuruvu!

 

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How far will we go?: Chocante, não? O mundo hoje, apesar de muitos problemas, ainda é lugar bom de se viver e é nosso dever cuidar bem dele, para que as futuras gerações vivam em condições iguais ou melhores que as atuais. Pense nisso, afinal, até onde (queremos) podemos ir?

 

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Lines é um arte totalmente “for fun”. Fui desenhando várias linhas e círculos até chegar na forma de uma árvore.

 

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Mar revolto: Fiz esta arte pensando numa resposta da natureza ao lixo deixado na areia. Ou você acha que o lixo que fica por ali, não vai ser levado pra dentro d´água quando a maré encher?

 

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Oceano azul: Precisávamos criar uma propaganda para a campanha Lixo por Luxo e tínhamos em mente a frase “já pegou seu pxe hoje?”. Daí, meu irmão sugeriu esta imagem do Cabeçones pescando várias artes. Se a campanha é em Ipanema, a pescaria só podia ser em frente às Ilhas Cagarras. E como vocês sabem, nosso marciano é cheio de surpresas...pescaria nada!  A isca gosta mesmo é de contemplar.

 

 

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O senhor da lata: O Brasil é campeão mundial em reciclagem de latas e se não fossem os catadores, nunca obteríamos este recorde (imagine quantas latas haveriam por aí?). Esta arte é uma homenagem a todos catadores de latas, por várias vezes discriminados por “tirarem o sossego daqueles que bebem seus líquidos preciosos e não querem ser incomodados”. Como se vê no desenho, o Senhor da Lata, não incomoda ninguém. Assim, como o Senhor da Pipa de Ipanema!

 

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A cidade: Fiz esta arte pensando num enfeite deixado na janela, uma arvorezinha dentro de uma redoma de vidro, com a cidade ao fundo. Ao mesmo tempo, ela mostra o desafio de crescer preservando o que ainda nos resta.

 

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Amor de verão: Esta arte foi concebida para um concurso cultural que tinha “O verão” como tema. Como no verão muita gente costuma viajar, sempre rola um romance arrebatador que acaba, porque é hora de voltar pra casa. Tinha tudo para virar prato, mas não virou!

 

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Elétrica Avenida: Voltando de Búzios, observei umas luzes que nunca havia visto nos postes da estrada, refletindo no vidro do carro. Alguns dias depois, sentado num vagão do metrô, concebi a Elétrica Avenida (ouvindo a música de mesmo nome da banda Nação Zumbi).

 

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Elevation: O escafandrista retorna à superfície, catapultado pelo mar. Esta arte reflete um momento de mudanças positivas em minha vida, mais ou menos na época em que lia o Bhagavad Gita.

 

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FUN! Quem nunca pagou um mico ou tirou sarro da própria cara e ainda deu (e proporcionou) muitas risadas com isto? Como já diz o nome, a ordem é se divertir e dar muita risada, sem se preocupar com o que os outros vão pensar.

 

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Ganesha@9: Meu irmão queria colocar um quadro do Ganesha no escritório, mas provavelmente baixaria qualquer imagem da Internet (com péssima resolução). Para evitar isso, resolvi fazer uma arte do Ganesha, copiando da canga dele. Mas o desenho estava muito sério e pra dar um toque mais carioca, decidi tirar o Ganesha do lado dos pais e colocá-lo no meio de várias gatas, curtindo a praia de Ipanema. Até o ratinho entrou na dança!

 

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Mulheres no controle: O “altinho” é uma febre na praia de Ipanema, que também faz a cabeça das mulheres. E foi num desses dias que flagrei só elas jogando. O nome tem um duplo sentido, destacando o importante papel exercido pela mulher neste planeta. Elas estão ou não estão no controle?

 

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Green Paradise: Esta arte foi inspirada num desenho de Raphael Borges, e especialmente criado para ilustrar a caixa mágica do Hareburger, o hamburger de soja mais gostoso das galáxias!

 

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Harmony (in my head!): Eu adoro aqueles pássaros enormes que sempre estão por Ipanema, mas eles normalmente voam muito alto. Neste dia, eles me deixaram extasiado, fazendo seu show a alguns metros de nossas cabeças. O nome da arte veio de uma das melhores músicas da banda inglesa Buzzcocks, que por sinal, deve ser a única (ou uma das poucas) que o vocalista não canta.

 

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Quantum: De acordo com o filme “Quem somos nós?” (What the bleep do we know?), nossa vida é um filme e nós somos os diretores. Então, só existe aquilo que nós vemos e nada mais. Sou fã das árvores e grande parte do meu tempo é usado para observá-las (entre outras coisas belas da natureza!).

 

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Ressurection – Árvore: do berço ao caixão: Os engenheiros florestais costumam dizer que as árvores estão presentes em nossas vidas, do berço ao caixão. A primeira vez que fiz esse desenho, haviam mais elementos, mas decidi torná-lo mais gráfico e impactante, dando ênfase aos berços, caixões e portas. Os berços e caixões representam a vida e a morte, como fases que iniciam e acabam em nossas vidas, enquanto as portas, são os vários caminhos e decisões que tomamos.

 

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3: Logo no começo do meu segundo bloco, decidi que já podia fazer um auto-retrato, afinal, todo artista que se preza tem um! Então fiz um desenho meu, sentado na praia, ao lado do skate, desenhando, Dois Irmãos ao fundo, etc. Ficou bem legal, mas nunca cobri. Algum tempo depois, comecei a me desenhar andando de skate (coisa que faço há 22 anos). O desenho ficou tão bom, que decidi que este seria meu auto-retrato, afinal, existem vários artistas, mas ninguém tão alucinado quanto eu! UHU! E apaguei o outro...rs!

 

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Vynil sunset over plastic fields – Tapes: A idéia desta arte era criar um lixão, que visto de longe, lembraria um belo por do sol.  Depois de 2 versões, cheguei neste resultado e o título veio durante o sono. O nome era tão legal que não tive outra alternativa a não ser acordar. As fitas, que predominam no cenário, são uma referência aos ótimos sons que ouvi nos anos 80, diferente dos anos 80 brega que propagam por aí.

 

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EM BREVE, TAMBÉM SERÃO INCLUÍDAS AS ARTES ORIGINAIS QUE AINDA NÃO FORAM PINTADAS.

Artes por Marcio PXE. Cores por Marcio PXE e Marcos de Andrade.
Agradecimentos a Shannonn Lee & Rosa Richartz.

 

Versão em inglês por Shannonn Lee - English Language Consultant
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